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Coordenador do MEC chama movimentos sociais e partidos de esquerda de facções criminosas

O coordenador-geral de Políticas para a Juventude do Ministério da Educação (MEC), o baiano Bruno Alves, criticou duramente o protesto contra a PEC do Teto dos Gastos organizado por estudantes na tarde desta terça (29), onde o prédio do órgão foi invadido. O ato deixou uma série de prejuízos.

O democrata afirmou que a ação foi organizada por movimentos ligados ao PT. Ele disse também que a esquerda é “uma verdadeira milícia”.

“A Esplanada dos Ministérios e o Congresso Nacional conheceram, mais uma vez, a ação das facções criminosas da UNE, UBES, MST, UJS, CUT, PCO, PT, PC do B, entre outros. Grupos extremistas que infelizmente, por muito tempo, saquearam os cofres públicos e o povo brasileiro. Uma destruição generalizada do patrimônio público e privado. Uma ação orquestrada que demonstra que esquerda radical brasileira está perdida e navegando nos mares mais profundos da intolerância que a política mundial já teve o desprazer de conhecer. Eu como defensor das liberdades não poderia, de forma alguma, me opor à livre manifestação. Mas o que ocorreu hoje em Brasília não foi manifestação, foi crime. É possível identificar todos os grupos envolvidos nesse ato criminoso, de vandalismo, de depredação e destruição do patrimônio público e privado A punição deve ser exemplar e cumpri o que está previsto no Código Penal Brasileiro”, desabafou.

Pelo menos 10 mil estudantes e ativistas políticos participaram do protesto. Um carro foi incendiado e outros foram virados. Prédios públicos tiveram vidros e balcões parcialmente destruídos. Além disso, várias fachadas foram pichadas. A PM chegou a utilizar bombas de gás lacrimogêneo com o objetivo de acalmar os manifestantes.

Confira algumas fotos da manifestação ocorrida em Brasília

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Inf: Informe Baiano

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