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6 August 2021
Fotos reprodução/INTERNET

10 anos após a morte de Kelly CYCLONE , Veja o desfecho da fama da Dama do pó.

“Bandida, mocinha, eu não sei”, diz Igor Kannário na música que fez em homenagem a Kelly Cyclone. Se o Príncipe do Gueto não conseguiu se decidir, o que será dos plebeus? E você, o que sente sobre ela? Compaixão? Repulsa?

A resposta, na realidade, não importa: o ponto é que não há como ser indiferente à história de Kelly Sales Silva. Seja por rejeição ao seu modo de vida ou por admiração, essa mulher prendeu a atenção de milhões de baianos – e de brasileiros! – no início da década passada.

Kelly colecionou namoros com traficantes perigosos da Bahia, publicou fotos ostentando armas e joias nas redes sociais e atraiu milhares de fãs numa época em que a palavra ‘digital influencer’ nem existia. Em 2010, foi detida numa gigantesca festa regada a drogas e recebeu um título: a Dama do Pó.

O que devia derrubá-la, só a levantou: a prisão tornou Kelly uma celebridade de televisão, com participações que faziam explodir a audiência dos programas policiais sensacionalistas da época. A moça tornou-se objeto de desejo. Tanto dos policiais, que queriam prendê-la, como dos traficantes, que queriam tê-la como ‘patroa’.

Mas essa história chegou ao fim no dia 18 de julho de 2011, quando Kelly foi assassinada aos 22 anos. Nesse 10º episódio do podcast O Que a Bahia Quer Saber, te convidamos a relembrar a história dessa polêmica personagem, e responder algumas perguntas que ficaram no ar sobre a vida e a morte dela.

Como uma menina de origem humilde e tímida na infância tornou-se a ‘patroa’ do tráfico? Por que seu estilo de vida, tão controverso, atraía tantos fãs, sobretudo os mais jovens? Por que ela era tão fascinante para alguns e repugnante para outros? Qual ensinamento – positivo ou negativo – a sua breve vida deixa para a Bahia?

E mais: quem matou Kelly Cyclone? Por que o crime ainda não foi resolvido? Foi feminicídio? O que aconteceu com os envolvidos na morte dela? Ela realmente traficava e cometia crimes? Num ato sórdido, seu corpo foi filmado no IML e divulgado nas redes sociais da época.

Enfim, relembre no podcast – ou conheça pela primeira vez – todos os detalhes da vida, fama e morte de Kelly Cyclone, essa baiana que viveu de forma extrema a tal ‘vida loka’ do crime.

CORREIO 24 HRS

 

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