Data de Hoje
24 June 2021

Ajuda a distribuidoras tem impacto de 19,1% nas tarifas e pode gerar novos reajustes

Ajuda a distribuidoras tem impacto de 19,1% nas tarifas e pode gerar novos reajustes

Foto: Divulgação

 
Com o pedido de socorro das distribuidoras de energia por mais R$ 7,9 bilhões, para não sucumbir ao rombo energético previsto até o fim do ano, o total de ajuda para as elétricas em 2014 poderá chegar a R$ 19,1 bilhões. Desta forma, a fatura de 2014 para os consumidores nos próximos anos chegará a 19,1%, já que cada bilhão despejado no setor representa 1 ponto porcentual de aumento nas tarifas. "Mas isso fatalmente será diluído em mais de um reajuste anual. Se for em dois anos, o impacto é de 9,5% por ano. Mas se for em três anos, esse peso já cai para 6,3% em cada período. Um novo empréstimo para o setor pode ser negociado em um número de parcelas maior, aumentando também o prazo para que o repasse nas contas de luz seja efetivado", avaliou o presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), Nelson Leite. Apesar da conta salgada de 2014, o executivo garantiu que os problemas do setor não voltarão a se repetir em 2015, evitando novos custos para o consumidor nos anos seguintes. "No ano que vem temos a entrada de cotas de energia de concessões que vencem em 2015, zerando a exposição das distribuidoras ao mercado à vista de energia e dando viés de baixa para as tarifas. A exposição foi uma condição atípica de 2014, que não irá se repetir", afirmou. Para ele, o que continuará trazendo volatilidade para o setor é a questão da falta de chuvas, que obriga o despacho de usinas térmicas. "Mas já há uma solução desenhada para isso: o regime de bandeiras tarifárias, que o governo adiou para o próximo ano. Se as bandeiras já estivessem valendo este ano, teríamos uma renda mensal adicional de quase R$ 900 milhões por mês, que é justamente a necessidade de recursos que teremos até o fim deste ano", completou. Com este regime, os consumidores pagarão automaticamente em suas contas de luz um valor adicional sempre que a eletricidade ficar mais cara no País. Com isso, as empresas de distribuição não precisarão mais acumular essa despesa com a aquisição de energia térmica até o reajuste subsequente, quando o gasto é repassado para as faturas. De acordo com Leite, o rombo do setor ficou especialmente caro em 2014 porque a onda de calor que atingiu boa parte do País no começo do ano levou a população a utilizar mais os aparelhos de ar condicionado. 

Ajuda a distribuidoras tem impacto de 19,1% nas tarifas e pode gerar novos reajustes

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Com o pedido de socorro das distribuidoras de energia por mais R$ 7,9 bilhões, para não sucumbir ao rombo energético previsto até o fim do ano, o total de ajuda para as elétricas em 2014 poderá chegar a R$ 19,1 bilhões. Desta forma, a fatura de 2014 para os consumidores nos próximos anos chegará a 19,1%, já que cada bilhão despejado no setor representa 1 ponto porcentual de aumento nas tarifas. "Mas isso fatalmente será diluído em mais de um reajuste anual. Se for em dois anos, o impacto é de 9,5% por ano. Mas se for em três anos, esse peso já cai para 6,3% em cada período. Um novo empréstimo para o setor pode ser negociado em um número de parcelas maior, aumentando também o prazo para que o repasse nas contas de luz seja efetivado", avaliou o presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), Nelson Leite. Apesar da conta salgada de 2014, o executivo garantiu que os problemas do setor não voltarão a se repetir em 2015, evitando novos custos para o consumidor nos anos seguintes. "No ano que vem temos a entrada de cotas de energia de concessões que vencem em 2015, zerando a exposição das distribuidoras ao mercado à vista de energia e dando viés de baixa para as tarifas. A exposição foi uma condição atípica de 2014, que não irá se repetir", afirmou. Para ele, o que continuará trazendo volatilidade para o setor é a questão da falta de chuvas, que obriga o despacho de usinas térmicas. "Mas já há uma solução desenhada para isso: o regime de bandeiras tarifárias, que o governo adiou para o próximo ano. Se as bandeiras já estivessem valendo este ano, teríamos uma renda mensal adicional de quase R$ 900 milhões por mês, que é justamente a necessidade de recursos que teremos até o fim deste ano", completou. Com este regime, os consumidores pagarão automaticamente em suas contas de luz um valor adicional sempre que a eletricidade ficar mais cara no País. Com isso, as empresas de distribuição não precisarão mais acumular essa despesa com a aquisição de energia térmica até o reajuste subsequente, quando o gasto é repassado para as faturas. De acordo com Leite, o rombo do setor ficou especialmente caro em 2014 porque a onda de calor que atingiu boa parte do País no começo do ano levou a população a utilizar mais os aparelhos de ar condicionado. Ajuda a distribuidoras tem impacto de 19,1% nas tarifas e pode gerar novos reajustes
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Com o pedido de socorro das distribuidoras de energia por mais R$ 7,9 bilhões, para não sucumbir ao rombo energético previsto até o fim do ano, o total de ajuda para as elétricas em 2014 poderá chegar a R$ 19,1 bilhões. Desta forma, a fatura de 2014 para os consumidores nos próximos anos chegará a 19,1%, já que cada bilhão despejado no setor representa 1 ponto porcentual de aumento nas tarifas. "Mas isso fatalmente será diluído em mais de um reajuste anual. Se for em dois anos, o impacto é de 9,5% por ano. Mas se for em três anos, esse peso já cai para 6,3% em cada período. Um novo empréstimo para o setor pode ser negociado em um número de parcelas maior, aumentando também o prazo para que o repasse nas contas de luz seja efetivado", avaliou o presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), Nelson Leite. Apesar da conta salgada de 2014, o executivo garantiu que os problemas do setor não voltarão a se repetir em 2015, evitando novos custos para o consumidor nos anos seguintes. "No ano que vem temos a entrada de cotas de energia de concessões que vencem em 2015, zerando a exposição das distribuidoras ao mercado à vista de energia e dando viés de baixa para as tarifas. A exposição foi uma condição atípica de 2014, que não irá se repetir", afirmou. Para ele, o que continuará trazendo volatilidade para o setor é a questão da falta de chuvas, que obriga o despacho de usinas térmicas. "Mas já há uma solução desenhada para isso: o regime de bandeiras tarifárias, que o governo adiou para o próximo ano. Se as bandeiras já estivessem valendo este ano, teríamos uma renda mensal adicional de quase R$ 900 milhões por mês, que é justamente a necessidade de recursos que teremos até o fim deste ano", completou. Com este regime, os consumidores pagarão automaticamente em suas contas de luz um valor adicional sempre que a eletricidade ficar mais cara no País. Com isso, as empresas de distribuição não precisarão mais acumular essa despesa com a aquisição de energia térmica até o reajuste subsequente, quando o gasto é repassado para as faturas. De acordo com Leite, o rombo do setor ficou especialmente caro em 2014 porque a onda de calor que atingiu boa parte do País no começo do ano levou a população a utilizar mais os aparelhos de ar condicionado. Ajuda a distribuidoras tem impacto de 19,1% nas tarifas e pode gerar novos reajustes
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Com o pedido de socorro das distribuidoras de energia por mais R$ 7,9 bilhões, para não sucumbir ao rombo energético previsto até o fim do ano, o total de ajuda para as elétricas em 2014 poderá chegar a R$ 19,1 bilhões. Desta forma, a fatura de 2014 para os consumidores nos próximos anos chegará a 19,1%, já que cada bilhão despejado no setor representa 1 ponto porcentual de aumento nas tarifas. "Mas isso fatalmente será diluído em mais de um reajuste anual. Se for em dois anos, o impacto é de 9,5% por ano. Mas se for em três anos, esse peso já cai para 6,3% em cada período. Um novo empréstimo para o setor pode ser negociado em um número de parcelas maior, aumentando também o prazo para que o repasse nas contas de luz seja efetivado", avaliou o presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), Nelson Leite. Apesar da conta salgada de 2014, o executivo garantiu que os problemas do setor não voltarão a se repetir em 2015, evitando novos custos para o consumidor nos anos seguintes. "No ano que vem temos a entrada de cotas de energia de concessões que vencem em 2015, zerando a exposição das distribuidoras ao mercado à vista de energia e dando viés de baixa para as tarifas. A exposição foi uma condição atípica de 2014, que não irá se repetir", afirmou. Para ele, o que continuará trazendo volatilidade para o setor é a questão da falta de chuvas, que obriga o despacho de usinas térmicas. "Mas já há uma solução desenhada para isso: o regime de bandeiras tarifárias, que o governo adiou para o próximo ano. Se as bandeiras já estivessem valendo este ano, teríamos uma renda mensal adicional de quase R$ 900 milhões por mês, que é justamente a necessidade de recursos que teremos até o fim deste ano", completou. Com este regime, os consumidores pagarão automaticamente em suas contas de luz um valor adicional sempre que a eletricidade ficar mais cara no País. Com isso, as empresas de distribuição não precisarão mais acumular essa despesa com a aquisição de energia térmica até o reajuste subsequente, quando o gasto é repassado para as faturas. De acordo com Leite, o rombo do setor ficou especialmente caro em 2014 porque a onda de calor que atingiu boa parte do País no começo do ano levou a população a utilizar mais os aparelhos de ar condicionado. 

Ajuda a distribuidoras tem impacto de 19,1% nas tarifas e pode gerar novos reajustes

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Com o pedido de socorro das distribuidoras de energia por mais R$ 7,9 bilhões, para não sucumbir ao rombo energético previsto até o fim do ano, o total de ajuda para as elétricas em 2014 poderá chegar a R$ 19,1 bilhões. Desta forma, a fatura de 2014 para os consumidores nos próximos anos chegará a 19,1%, já que cada bilhão despejado no setor representa 1 ponto porcentual de aumento nas tarifas. "Mas isso fatalmente será diluído em mais de um reajuste anual. Se for em dois anos, o impacto é de 9,5% por ano. Mas se for em três anos, esse peso já cai para 6,3% em cada período. Um novo empréstimo para o setor pode ser negociado em um número de parcelas maior, aumentando também o prazo para que o repasse nas contas de luz seja efetivado", avaliou o presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), Nelson Leite. Apesar da conta salgada de 2014, o executivo garantiu que os problemas do setor não voltarão a se repetir em 2015, evitando novos custos para o consumidor nos anos seguintes. "No ano que vem temos a entrada de cotas de energia de concessões que vencem em 2015, zerando a exposição das distribuidoras ao mercado à vista de energia e dando viés de baixa para as tarifas. A exposição foi uma condição atípica de 2014, que não irá se repetir", afirmou. Para ele, o que continuará trazendo volatilidade para o setor é a questão da falta de chuvas, que obriga o despacho de usinas térmicas. "Mas já há uma solução desenhada para isso: o regime de bandeiras tarifárias, que o governo adiou para o próximo ano. Se as bandeiras já estivessem valendo este ano, teríamos uma renda mensal adicional de quase R$ 900 milhões por mês, que é justamente a necessidade de recursos que teremos até o fim deste ano", completou. Com este regime, os consumidores pagarão automaticamente em suas contas de luz um valor adicional sempre que a eletricidade ficar mais cara no País. Com isso, as empresas de distribuição não precisarão mais acumular essa despesa com a aquisição de energia térmica até o reajuste subsequente, quando o gasto é repassado para as faturas. De acordo com Leite, o rombo do setor ficou especialmente caro em 2014 porque a onda de calor que atingiu boa parte do País no começo do ano levou a população a utilizar mais os aparelhos de ar condicionado. Ajuda a distribuidoras tem impacto de 19,1% nas tarifas e pode gerar novos reajustes
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Com o pedido de socorro das distribuidoras de energia por mais R$ 7,9 bilhões, para não sucumbir ao rombo energético previsto até o fim do ano, o total de ajuda para as elétricas em 2014 poderá chegar a R$ 19,1 bilhões. Desta forma, a fatura de 2014 para os consumidores nos próximos anos chegará a 19,1%, já que cada bilhão despejado no setor representa 1 ponto porcentual de aumento nas tarifas. "Mas isso fatalmente será diluído em mais de um reajuste anual. Se for em dois anos, o impacto é de 9,5% por ano. Mas se for em três anos, esse peso já cai para 6,3% em cada período. Um novo empréstimo para o setor pode ser negociado em um número de parcelas maior, aumentando também o prazo para que o repasse nas contas de luz seja efetivado", avaliou o presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), Nelson Leite. Apesar da conta salgada de 2014, o executivo garantiu que os problemas do setor não voltarão a se repetir em 2015, evitando novos custos para o consumidor nos anos seguintes. "No ano que vem temos a entrada de cotas de energia de concessões que vencem em 2015, zerando a exposição das distribuidoras ao mercado à vista de energia e dando viés de baixa para as tarifas. A exposição foi uma condição atípica de 2014, que não irá se repetir", afirmou. Para ele, o que continuará trazendo volatilidade para o setor é a questão da falta de chuvas, que obriga o despacho de usinas térmicas. "Mas já há uma solução desenhada para isso: o regime de bandeiras tarifárias, que o governo adiou para o próximo ano. Se as bandeiras já estivessem valendo este ano, teríamos uma renda mensal adicional de quase R$ 900 milhões por mês, que é justamente a necessidade de recursos que teremos até o fim deste ano", completou. Com este regime, os consumidores pagarão automaticamente em suas contas de luz um valor adicional sempre que a eletricidade ficar mais cara no País. Com isso, as empresas de distribuição não precisarão mais acumular essa despesa com a aquisição de energia térmica até o reajuste subsequente, quando o gasto é repassado para as faturas. De acordo com Leite, o rombo do setor ficou especialmente caro em 2014 porque a onda de calor que atingiu boa parte do País no começo do ano levou a população a utilizar mais os aparelhos de ar condicionado. Ajuda a distribuidoras tem impacto de 19,1% nas tarifas e pode gerar novos reajustes
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Com o pedido de socorro das distribuidoras de energia por mais R$ 7,9 bilhões, para não sucumbir ao rombo energético previsto até o fim do ano, o total de ajuda para as elétricas em 2014 poderá chegar a R$ 19,1 bilhões. Desta forma, a fatura de 2014 para os consumidores nos próximos anos chegará a 19,1%, já que cada bilhão despejado no setor representa 1 ponto porcentual de aumento nas tarifas. "Mas isso fatalmente será diluído em mais de um reajuste anual. Se for em dois anos, o impacto é de 9,5% por ano. Mas se for em três anos, esse peso já cai para 6,3% em cada período. Um novo empréstimo para o setor pode ser negociado em um número de parcelas maior, aumentando também o prazo para que o repasse nas contas de luz seja efetivado", avaliou o presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), Nelson Leite. Apesar da conta salgada de 2014, o executivo garantiu que os problemas do setor não voltarão a se repetir em 2015, evitando novos custos para o consumidor nos anos seguintes. "No ano que vem temos a entrada de cotas de energia de concessões que vencem em 2015, zerando a exposição das distribuidoras ao mercado à vista de energia e dando viés de baixa para as tarifas. A exposição foi uma condição atípica de 2014, que não irá se repetir", afirmou. Para ele, o que continuará trazendo volatilidade para o setor é a questão da falta de chuvas, que obriga o despacho de usinas térmicas. "Mas já há uma solução desenhada para isso: o regime de bandeiras tarifárias, que o governo adiou para o próximo ano. Se as bandeiras já estivessem valendo este ano, teríamos uma renda mensal adicional de quase R$ 900 milhões por mês, que é justamente a necessidade de recursos que teremos até o fim deste ano", completou. Com este regime, os consumidores pagarão automaticamente em suas contas de luz um valor adicional sempre que a eletricidade ficar mais cara no País. Com isso, as empresas de distribuição não precisarão mais acumular essa despesa com a aquisição de energia térmica até o reajuste subsequente, quando o gasto é repassado para as faturas. De acordo com Leite, o rombo do setor ficou especialmente caro em 2014 porque a onda de calor que atingiu boa parte do País no começo do ano levou a população a utilizar mais os aparelhos de ar condicionado. 

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