
Disputa à vaga de vice-prefeito de ACM Neto tem seis nomes, dois deles são do PMDB
Ganha força nos bastidores da política em Salvador a tese de quem será o nome escolhido para a vaga de vice-prefeito na chapa de ACM Neto (DEM). As discussões em torno do nome que deve compor uma possível chapa ao pleito municipal em 2016 têm ganhado proporções.
Além das especulações naturais a respeito de quais serão os nomes indicados com vice de Neto, agora há uma serie de especulações a respeito dos possíveis nomes que poderão compor uma possível chapa encabeçada pelo DEM, PSDB, PMDB, PPS, PRB e PV na qualidade de candidatos a vice-prefeito.
Dentro do grupo político que se articula para dar sustentação ao projeto de reeleição de Neto, sobram nomes de possíveis vices para compor a chapa. Neto já conta com seis possíveis candidatos a vice para compor a sua chapa.
Seis nomes que integram a administração municipal estão nas apostas, dois deles são do PMDB. Da gestão municipal, são cotados os secretários Luis Carrera (PV) da Casa Civil, João Roma (PRB) Chefe de Gabinete, Sylvio Pinheiro (PSDB) do Urbanismo, Guilherme Bellintani (DEM) da Educação, Fábio Mota (PMDB) da Mobilidade e Bruno Reis (PMDB) da Promoção Social, considerados como bons nomes para serem indicados como vice numa eventual chapa do democrata. O sexteto tem em comum a familiaridade e a proximidade com Neto.
A maior movimentação tem sido no PMDB. Um dos partidos aliados a Neto para a disputa em 2016 reivindica o posto de vice-prefeito, como uma forma de manter a sua representatividade. São seis possíveis nomes apontados pelo PMDB como candidatos em potencial para compor a uma chapa majoritária. O primeiro da lista é o secretário de Mobilidade Urbana, Fábio Mota, que tem forte apoio declarado de Geddel e Lúcio Vieira Lima em seu esforço político. Além de Mota, outro que seria o segundo da lista que está também no páreo é o do secretário da Promoção Social, Bruno Reis (PMDB), que seria o preferido de ACM Neto.
Os gestores negam qualquer articulação, evitam projetar cenários neste sentido e afirmam que é cedo para discutir campanha eleitoral. Longe dos holofotes, as discussões vêm sendo travadas e as lideranças fazem gestos para compor a chapa com o democrata, enquanto que o PMDB cobra seu espaço.
Lideranças do PMDB preferem não adiantar nada sobre o assunto, mas não descartam a possibilidade dos nomes cogitados.
