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12 April 2021
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Governadores de 14 estados ameaçam calamidade pública

Governadores de pelo menos 14 estados ameaçam decretar estado de calamidade pública por falta de recursos a partir da semana que vem, declarou o governador do Piauí, Wellington Dias (PT), ao deixar reunião com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Os líderes dos estados pedem R$ 7 bilhões do Fundo de Participação dos Estados (FPE) como forma de auxílio emergencial.

Segundo o governador do Piauí, estados das regiões Norte e Nordeste pediram uma reunião com o presidente Michel Temer para informá-lo da situação caótica dos estados, mas não obtiveram retorno. “Corremos o risco de atrasar folha de pagamento e cair no crime de responsabilidade fiscal”, disse Wellington Dias. O piauiense afirmou que, no entanto, o ministro Meirelles não tem proposta para atender as demandas. “Ficará um ambiente ruim para o país”, disse.

O governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, afirmou que o problema vai além dos atrasos das folhas de pagamento. “Tínhamos dinheiro até agosto, mas vai começar a atrasar pagamento de fornecedor, inclusive da saúde”. Coutinho acrescenta ainda que, sem o auxílio, o trabalho feito pelos governadores corre o risco de ser perdido. “Precisamos de um fôlego para não desorganizar”.

Em princípio, todos os estados do Norte e Nordeste, com exceção do Maranhão e Ceará, apresentarão a nota de calamidade pública nos próximos dias. Mas, de acordo com Wellington Dias, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal devem aderir ao movimento. Participaram da reunião com o ministro Meirelles 17 governadores.

Governadores de pelo menos 14 estados ameaçam decretar estado de calamidade pública por falta de recursos a partir da semana que vem, declarou o governador do Piauí, Wellington Dias (PT), ao deixar reunião com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Os líderes dos estados pedem R$ 7 bilhões do Fundo de Participação dos Estados (FPE) como forma de auxílio emergencial.

Segundo o governador do Piauí, estados das regiões Norte e Nordeste pediram uma reunião com o presidente Michel Temer para informá-lo da situação caótica dos estados, mas não obtiveram retorno. “Corremos o risco de atrasar folha de pagamento e cair no crime de responsabilidade fiscal”, disse Wellington Dias. O piauiense afirmou que, no entanto, o ministro Meirelles não tem proposta para atender as demandas. “Ficará um ambiente ruim para o país”, disse.

O governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, afirmou que o problema vai além dos atrasos das folhas de pagamento. “Tínhamos dinheiro até agosto, mas vai começar a atrasar pagamento de fornecedor, inclusive da saúde”. Coutinho acrescenta ainda que, sem o auxílio, o trabalho feito pelos governadores corre o risco de ser perdido. “Precisamos de um fôlego para não desorganizar”.

Em princípio, todos os estados do Norte e Nordeste, com exceção do Maranhão e Ceará, apresentarão a nota de calamidade pública nos próximos dias. Mas, de acordo com Wellington Dias, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal devem aderir ao movimento. Participaram da reunião com o ministro Meirelles 17 governadores.

Fonte: Correio Braziliense

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