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7 May 2021
Brazilian President Dilma Rousseff (L) is seen next to the Minister of Justice Eugenio Aragao (R) during a meeting with jurists and lawyers who support the President on March 22, 2016. Brazilian politics looks a lot like a dark and twisted TV series these days, complete with tales of betrayal, wire-tapped phone calls and a corruption scandal reaching into the highest halls of power. AFP PHOTO/EVARISTO SA EVARISTO SA / AFP / AFP / EVARISTO SA

Governista pede novo prazo para apresentação da defesa de Dilma

Petista argumenta que, se a comissão retirou do processo a delação premiada do senador Delcídio Amaral (sem partido-MS), a presidente precisaria ser novamente citada

O vice-líder do governo, deputado Paulo Teixeira (PT-RJ), apresentou nova questão de ordem na comissão especial do impeachment pedindo nova notificação da presidente Dilma Rousseff. O petista argumenta que, se a comissão retirou do processo a delação premiada do senador Delcídio Amaral (sem partido-MS), a presidente precisaria ser novamente citada com base no que permaneceu nos autos, de forma a ser reaberto o prazo de 10 sessões para apresentação da defesa.

Os governistas têm se valido de uma série de questionamentos ao andamento do processo para ganhar tempo. Só na sessão de hoje, foram apresentadas três questões de ordem dos aliados – além de Teixeira, de Jandira Feghali (PCdoB-RJ) e de Pepe Vargas (PT-RS) – ponderando sobre decisões tomadas pelo colegiado. Eles não descartam a possibilidade de entrar com ações judiciais no Supremo Tribunal Federal por cerceamento do direito de defesa caso os pedidos sejam rejeitados.

A questão de ordem foi acolhida pelo presidente do colegiado, Rogério Rosso (PSD-DF), mas ainda não foi respondida. A sessão foi suspensa e será retomada quando houver plenário disponível para a continuação dos trabalhos.

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