Data de Hoje
23 October 2021
Foto: Bruno Concha / Agecom

Guardas municipais são capacitados para utilizar arma de baixa letalidade

Medida é para garantir a segurança da população, dos bens públicos e auxiliar na autodefesa do agente público

A utilização de armas de baixa letalidade, como pistolas de eletrochoque do tipo Spark – de fabricação nacional e semelhante ao tradicional Taser -, está cada vez mais inserida no conceito de segurança das grandes cidades. Em Salvador, 300 agentes da Guarda Municipal estão sendo capacitados para a utilização deste equipamento, que atuará de forma complementar ao Taser na proteção do patrimônio público e na segurança do cidadão. O treinamento é realizado na base do Grupamento de Operações Especiais da Guarda Municipal  (GOE), na Avenida Paralela. No total, serão dez grupos participando do treinamento.

Foto: Bruno Concha / Agecom

Foto: Bruno Concha / Agecom

“Inicialmente, tratamos de habilitar os operadores que já utilizavam esse tipo de pistola de condutividade elétrica. Mas, a ideia é qualificar todo o grupamento no uso desse equipamento. Trata-se de uma arma de baixo potencial ofensivo, ideal para grandes cidades por ter baixos índices de letalidade. O princípio maior do manuseio desta arma é garantir a segurança da população, dos bens públicos e, principalmente, auxiliar na autodefesa do agente público. O equipamento tem o poder de imobilizar totalmente o infrator, sem que esta ação possa levá-lo à morte”, diz o gerente de Desenvolvimento da GM, Carlos Damasceno

Aspectos legais – A guarda Liliane Souza, que atua no apoio de grupamentos em toda a cidade, conta algumas das informações disponibilizadas aos alunos durante o intensivo. “Aqui aprendemos que a utilização dessa arma é necessária durante a atividade de proteger o patrimônio. Aliado a isso, nos ensinam aspectos legais do emprego deste equipamento, bem como o manuseio, posição de tiro, controle e manipulação das peças. Também nos é lembrado com frequência a necessidade de não incorrer em determinados erros como a prática de tortura e o abuso de poder. Dessa forma poderemos desempenhar melhor nossa função, traz um grande benefício para nossa atividade e parta a própria sociedade”, explica.

Fonte: Agecom
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