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20 January 2022

Lula arquiteta plano para derrubar Bolsonaro, revela site espanhol

O portal espanhol PanAm Post publicou um artigo do jornalista Julio Zapata sobre a tentativa de golpe contra o presidente Jair Bolsonaro que estaria em andamento no Brasil. A estratégia seria a já conhecida divulgação de notícias falsas em grandes veículos de comunicação, muitos deles abertamente alinhados à opositores do presidente, associada à sensação de histeria e medo provocada pela própria imprensa em função da pandemia do coronavírus.

O próprio ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que foi condenado por corrupção e lavagem de dinheiro, declarou que “o epicentro da crise que o Brasil enfrenta hoje é o presidente de extrema-direita Jair Bolsonaro, que deve ser afastado do poder”.

 

Segundo Zapata, para alcançar o objetivo de “tirar Bolsonaro do poder”, Lula pediu a colaboração de seu antigo amigo, o ex-guerrilheiro argentino Horacio Verbitsky, membro do Foro de São Paulo. Verbitsky teria distribuído uma informação falsa na qual afirmava que “havia comunicação telefônica de um alto chefe do exército brasileiro com um dos argentinos, no qual o brasileiro informou que eles haviam tomado a decisão de ignorar o presidente Bolsonaro em todas as decisões importantes”.

A informação falsa de Verbitsky foi reproduzida por vários sites lulistas de extrema-esquerda (GGN, Brasil 247, DCM, Nocaute, etc) e políticos de esquerda e centrão, para causar a falsa impressão de que há uma rebelião no Exército brasileiro. Obviamente, Lula quer aproveitar a crise gerada pela pandemia de coronavírus, promover um golpe de estado e retomar o poder.

O plano de Lula parece ser uma ação defensiva, já que a acusação do Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DoJ) contra Nicolás Maduro o afeta diretamente.

De fato, na acusação publicada no site do Departamento de Justiça, afirma-se que em 2009 o então ministro das Relações Exteriores Nicolás Maduro viajou para Honduras para apoiar o presidente deposto Manuel Zelaya, mas que seu verdadeiro objetivo era proteger as rotas de transporte de drogas do cartel dos sóis. Lula trabalhou lado a lado com Maduro para devolver Zelaya à presidência.

Se os Estados Unidos continuarem aprofundando a investigação sobre o papel de Maduro no narcotráfico, Lula teme que sua própria participação no negócio de drogas ilícitas seja descoberta, bem como a cumplicidade de outros membros do Foro de São Paulo, incluindo Evo Morales, Rafael Correa, Daniel Ortega e Cristina Kirchner, esta última, amiga e aliado de Horacio Verbitsky.

Nesse contexto, a campanha de desestabilização contra Jair Bolsonaro, liderada por Lula da Silva, tem dois objetivos: primeiro, criar uma crise regional que serve para impedir a queda iminente de Maduro; e segundo, encobrir o envolvimento do Foro de São Paulo e o seu próprio no tráfico internacional de drogas.

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