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24 September 2021
Foto: Gilberto Jr. / Bocão News

Professores municipais e estaduais protestam por melhores condições de trabalho

Os professores municipais e estudais protestaram, nesta quarta-feira (9), por melhores condições de trabalho. Os docentes da rede municipal estão em greve desde o dia 3 de março e uma assembleia realizada nesta terça (8) manteve a paralisação.

Os professores municipais, que manifestaram em frente ao Shopping da Bahia, na av. ACM, pedem a aprovação de reivindicações para a campanha salarial 2016. Segundo Marcos Barreto, diretor de formação da Associação dos Professores Licenciados do Brasil – Secção da Bahia (APLB-BA), os docentes reivindicam o cumprimento da lei federal que foi ratificada no Plano do Cargos e Salário do Município, que estabelecem dois terços da jornada de trabalho para aulas e um terço para atividade extra classe.

Nesta terça, o prefeito ACM Neto (DEM) disse cortará o salário do professor que deixar de dar aula. “Só lamento. Nós fizemos tudo que os professores demandaram, a prefeitura está pagando esse ano nada mais, nada menos, do que R$ 84 milhões para garantir a implementação do plano de cargos e salários e da reserva de jornada. Se ela ainda não foi 100% implementada, é muito mais por uma questão operacional de convocação de professores. Agora, é uma greve injustificada, injusta. Isso dificulta a nossa relação com o sindicato porque vinha agindo de uma forma conosco, vinha sinalizando numa relação de confiança e de construção permanente, mas de repente vem uma greve dessa injustificável”, apontou o gestor municipal.

Foto: Gilberto Jr. / Bocão News
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Ao todo, Salvador tem 440 escolas municipais com cerca de sete mil professores. Já professores estaduais, que protestaram na Governadoria, no Centro Administrativo da Bahia (CAB), pediram reajuste salarial.

Por Bocão News
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