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7 March 2026

Repórter Tainá Reis publica textão após ser demitida por justa causa da Record: ‘Coração em paz e consciência tranquila’

A repórter Tainá Reis, demitida da Record por justa causa na manhã desta segunda-feira (15), publicou um texto emocionado nas redes sociais, e abriu o coração sobre seus “sonhos” e a trajetória que tem percorrido no jornalismo.

Tainá que costuma compartilhar a vida profissional através das redes sociais, postando stories as 4h da manhã, percorrendo seu trabalho até a noite, numa rotina exaustiva, afirmou que seus “sonhos nunca foram planos distantes ou meras fantasias”.

“Sempre foram o combustível que me fez acordar cedo, atravessar cidades, abdicar de muita coisa e viver histórias que pediam para ser contadas com respeito”, escreveu na legenda do texto publicado em que Tainá aparece segurando um microfone com o símbolo da Record.

“Foi sonhando que escolhi a televisão e, depois, o jornalismo. E o jornalismo nunca foi só uma profissão. É missão, vocação, responsabilidade e compromisso com as pessoas. Ser repórter é estar onde muitos não podem, ouvir quando ninguém quer ouvir, dar voz sem gritar e informar sem ferir. O verdadeiro jornalismo se constrói com

ética

, sensibilidade e humanidade, nunca explorando a dor alheia”, desabafou a jornalista. 

Confira texto na íntegra:

Sonhos nunca foram planos distantes ou meras fantasias. Sempre foram o combustível que me fez acordar cedo, atravessar cidades, abdicar de muita coisa e viver histórias que pediam para ser contadas com respeito.

Foi sonhando que escolhi a televisão e, depois, o jornalismo. E o jornalismo nunca foi só uma profissão. É missão, vocação, responsabilidade e compromisso com as pessoas. Ser repórter é estar onde muitos não podem, ouvir quando ninguém quer ouvir, dar voz sem gritar e informar sem ferir. O verdadeiro jornalismo se constrói com ética, sensibilidade e humanidade, nunca explorando a dor alheia.

Ao longo do caminho, aprendi que informar também é um ato de cuidado. Que cada palavra tem peso, impacto e consequência. Que não basta chegar primeiro, é preciso chegar do jeito certo. E que o jornalismo que vale a pena é aquele que respeita, honra e edifica.