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25 October 2021

Senado debate financiamento de dívidas das Santas Casas

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Com uma dívida estimada em R$ 21 bilhões e sem perspectivas para contornar a crise do setor, as Santas Casas de Misericórdia do país chegaram ao limite financeiro para manter a assistência prestada aos usuários. Diante desse cenário, o Senado Federal debateu, na manhã de ontem (2), o financiamento dos débitos dessas entidades. Na ocasião, os representantes das Santas Casas reivindicaram o reajuste dos contratos de atualização do Sistema Único de Saúde (SUS) e recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) nos mesmos moldes dos empréstimos para a recuperação econômica de outros setores. Em seu pronunciamento, o deputado federal Antônio Brito (PTB-BA), presidente da Frente Parlamentar de Apoio às Santas Casas, Hospitais e Entidades Filantrópicas, defendeu que os reajustes do SUS devem ser continuados, caso contrário, as dívidas se tornarão impagáveis. “O último reajuste feito pelo governo foi em 2013. Enquanto isso, todas as despesas operacionais tiveram aumento”. O parlamentar ainda comentou sobre a criação do Prosus, programa que anistia as dívidas de impostos das entidades filantrópicas. O debate, que foi convocado pelo presidente do Senado, Renan Calheiros, reuniu senadores, deputados, representantes da Caixa Econômica, do BNDES e da Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas.

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