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6 December 2021

TJ-BA vai adquirir móveis por quase R$ 1 milhão; 253 sofás custarão R$ 335 mil

O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) vai adquirir novos móveis de gabinetes por quase R$ 1 milhão. Somente em sofás de dois e três lugares, serão despendidos R$ 335.499. O registro de preços unitários é para futura e eventual aquisição de mobiliários. De acordo com o aviso de homologação parcial de um pregão eletrônico publicado no Diário Eletrônico da Justiça desta última quinta-feira (20), serão 200 sofás de dois lugares, “com braços, assento e encosto executados em espuma laminada de poliuretano flexível” que proporcionarão “um excelente conforto ao usuário”, com “manta macia de poliéster, para manter a performance do revestimento, com densidade de aproximadamente 20 Kg / m³ e 50mm de espessura, revestimento em tecido 100% lã na cor vinho”. O valor unitário de cada sofá de dois lugares é de R$ 1.200,36 e do sofá de três lugares é R$ 1.800,52. A Corte baiana ainda registrou preços para aquisição de aproximadamente 480 mesas de MDF, de modelos diversos, com valores que oscilam de R$ 900 a R$ 1800, totalizando R$ 485.120. Também foram registrados preços para aquisição de 160 painéis divisores de MDF no valor total de R$ 31.900. Em 20 armários, serão gastos quase R$ 46 mil e em 180 gaveteiros R$ 87.438. Os seis lotes de produtos, que serão adquiridos futuramente com as empresas Reis & Reis Comércio de Móveis para Escritório, Tecno2000 Indústria e Comércio e Neilde Brito de Jesus, custarão exatamente R$ 985.928,16. O critério de julgamento para aquisição dos móveis foi o de menor preço. Por meio de nota, o TJ-BA informou que “a aquisição de mobiliário faz-se necessária em virtude da estimativa de aquisição para o biênio 2014/2015, previstos no Plano de Obras, elaborado pela Diretoria de Engenharia e Arquitetura e aprovado pelo Tribunal Pleno”. “Os mesmos são imprescindíveis para a realização das atividades exercidas nos gabinetes. Além do que as possíveis substituições e futuras demandas das diversas unidades, tanto da capital quanto das comarcas do interior, do Poder Judiciário do Estado da Bahia, visando, também, a melhoria das condições de conforto dos servidores e visitantes”, argumenta a Corte

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