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3 December 2021

Valmir repudia prisão de sindicalistas: “Trabalhadores lutavam por seus direitos

A 7ª Conferência Estadual da Assistência Social foi aberta nesta segunda-feira (5), no Centro de Convenções da Bahia, e segue até quarta-feira (8). Na foto: Valmir Assunção - secretário estadual de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza. Foto: Vanes Casaes / AGECOM Data: 05/10/2009


 

O deputado federal Valmir Assunção (PT-BA) se posicionou sobre as prisões envolvendo dois sindicalistas em Salvador, no último sábado (25). A coordenadora geral Ana Angélica e o diretor Edson Conceição, que também é dirigente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), foram presos pela Polícia Militar (PM-BA) quando coordenavam reunião para traçar atividades do Sindicato dos Trabalhadores em Limpeza Pública da Bahia (Sindilimp-BA), em unidade de ensino, no bairro da Calçada.

Para Assunção, protestar é um direito legítimo, ainda mais quando a manifestação é pacífica e coordenada por entidades sindicais reconhecidas como são o Sindilimp e a CUT. “Os trabalhadores terceirizados lutavam por seus direitos, para receber salários que estão há quase três meses atrasados e para que as empresas recolham o FGTS [Fundo de Garantia por Tempo de Serviço]. Temos que considerar que tudo que conquistamos foi na luta e com a força de cada militante, de cada sindicalista, seja da capital ou do interior. Sou muito solidário com Ana e Edson neste momento”, considera Valmir.

O parlamentar petista também aponta que os sindicalistas não representavam risco algum. “Assisti a um vídeo sobre o caso, gravado por um trabalhador terceirizado, e vi que o protesto não envolveu vandalismo e Ana e Edson não eram ameaças para ninguém, eles conduziam uma reunião. Precisamos avançar muito ainda na relação do Estado com os movimentos sociais. Tenho certeza que o governador Rui Costa, inclusive por sua trajetória de vida, estabelecerá um processo de diálogo, como sempre tem feito desde que assumiu o governo, com as entidades sindicais para encaminhar as demandas dos trabalhadores terceirizados”, completa.

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